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Um deputado à disposição para ser “comprado” que tem como caraterísticas mau gosto para se vestir, pobreza vocabular e é ficha suja “de fábrica”. O perfil, no mínimo preocupante, se refere ao deputado federal cassado Wladimir Costa (SD), um dos mais faltosos na Câmara, e foi apresentado no vídeo “Centrão”, canal Porta dos Fundos.

No vídeo, é feita uma sátira a deputados que estão “à disposição para serem comprados”. O primeiro a ser mostrado, considerado ironicamente “top de linha”, é Wlad.
Ex-vocalista da banda de mesmo nome, do ano passado para cá, Wlad parece ter retomado sua veia artística para, através de algumas “perfomances”, ganhar mais espaço na mídia, sempre de forma negativa.
Após estourar confetes no processo de impeachment de Dilma Rousseff, nos últimos meses ele se envolveu em diversas polêmicas.
Em uma sessão de uma comissão na Câmara este ano, Wlad dividiu os deputados de oposição em “Temeromofóbicos” e “Temerenrustidos”, desferindo críticas pessoais a alguns deles, inclusive chamando o relator, Sergio Zveiter (PMDB-RJ), de “burro” e “desqualificado”.
O ex-cantor de brega também atacou os artistas que lançaram nesta semana o site “#342”, movimento para pressionar deputados a votarem pela admissibilidade da denúncia contra Temer. “Glória Pires, uma verdadeira puxa-saco do PT. Ela sustenta aquela marido dela que nunca fez sucesso na carreira dele”, afirmou, referindo-se ao músico Orlando Morais.
Nas redes sociais, as reações não demoraram e alcançaram até Caetano Veloso, ícone musical atemporal da MPB no Brasil. Após um tweet que mostra uma montagem das afirmações de Wlad, sendo “respondidas” por Caetano Veloso em uma entrevista do final da década de 1970, em que questiona duramente as afirmações de seu interlocutor, chamando-o de “burro”. Até mesmo o músico baiano compartilhou tal pubicação, concordando com tal “diálogo”:
Semanas depois, seguindo sua tradição egocêntrica e pirotécnica, o “deputado dos confetes” surgiu com uma tatuagem em homenagem ao presidente Michel Temer e alegou que fosse verdadeira. Com o destaque nacional esperado, confirmou que na verdade a imagem era temporária e que teria sido enganado pelo tatuador porque estava alcoolizado, tomando cachaça de jambu.
Daí, surgiu outra polêmica. A repórter Basília Rodrigues, da CBN, estava presente e pediu ao deputado que mostrasse a arte novamente. Como resposta, escutou uma frase machista, misógina e antiética: “‘Pra você, só se for o corpo inteiro.”
Em depoimento no Facebook, a profissional relatou o caso. “Penso, em que momento eu dei a minha testa pra esse deputado tatuar ‘idiota’? Ou mais: ‘mulher idiota’. Havia outros deputados, jornalistas e até câmeras de TV focados nele. Mas nada disso ‘evitou’ uma gracinha ou uma ‘desgracinha’ machista. Parlamentares constrangidos vieram me pedir desculpas pelo comportamento do nobre colega.”
Cara de coitadinho
Em outro momento polêmico do ano, sem muitos rodeios, o deputado disse como se deve agir para conseguir benefícios junto ao presidente Michel Temer. Segundo O Globo, Wlad afirmou sem pudor que “somente alguns parlamentares hipócritas não vão assumir, mas é óbvio que, após a reunião com o presidente, a gente vem com aquela história: ‘Mas, presidente, eu gostaria de trazer demandas do estado, do município, do governo do estado’. A gente aproveita o barco e pede. Na realidade, não é o governo que está atrás disso, os parlamentares é que estão procurando, pedindo audiência, aproveitando a oportunidade. O Temer tem que ser assim. Aos amigos, as flores; aos inimigos, coroa de espinhos”, disse.